INTERVENÇÕES DA NEUROEDUCAÇÃO COM FOCO NA DIFICULDADE DE
ESCRITA
Resumo
A Neuroeducação vem com o
propósito de auxiliar indivíduos nas suas limitações com o intuito de trabalhar
as crenças limitadoras, a fim de alcançarem a sua genialidade, onde
investiga-se a raiz do problema. Neste trabalho, realizou-se um estudo de caso
com um adolescente de 12 anos de idade, com dificuldades de escrita,
possivelmente oriundos de bloqueios de crenças limitantes. Para tanto, foi
aplicada a metáfora das partes, raio de Deus, modelagem, doação de recursos e
para comparação e avaliação dos resultados foi solicitada a ficha de anamnese e
relatórios antes e depois dos atendimentos. Como resultados verificou-se, que
trabalhando as suas limitações o sujeito da pesquisa apresentou mudança na
rotina de estudo e o sono ficou mais tranquilo. Também houve melhora
significativa nas notas, além de ter parado de chorar constantemente. Dessa
forma, pode-se concluir que a Neuroeducação é capaz sanar os problemas de
aprendizagem relacionados às dificuldades de escrita.
Palavras-Chave:
Neuroeducação, crenças limitadoras, metáfora das
partes, modelagem, problemas de aprendizagem.
Abstract
Neuroeducation
comes with the purpose of helping individuals in their limitations in order to
work the limiting beliefs, in order to achieve your genius, where
investigates-if the root of the problem. In this paper, a case study with a
12-year-old teenager, with writing difficulties, possibly from locks of
limiting beliefs. It was applied the metaphor of parts, kind of God, modeling,
resource endowment and for comparison and evaluation of the results was
requested to record of anamnesis and reports before and after the sessions. As
a result, it was found that working its limitations the subject of the research
presented in the study routine and change the sleep was more quiet. There was
also significant improvement in grades, in addition to having stopped crying
constantly. Thus, we can conclude that the Neuroeducation is able to remedy
learning problems related to difficulties in writing.
1.
Introdução
A
presente pesquisa teve cunho interventivo, objetivando a investigação de como a
criança e a escola lidam com a dificuldade de aprendizagem com foco na
dificuldade de escrita. Para tanto a anamnese foi primordial na coleta de
dados, utilizando o método desenvolvido pela Neuroeducação, formulados com
questões abertas. Os resultados alcançados mostram que o sujeito da pesquisa do
presente artigo conhece a escrita, mas a metodologia torna-se inadequada a
realidade do mesmo.
A
seguir será desenvolvido os aspectos introdutórios da pesquisa.
Segundo SOARES (2004), a leitura
alfabética associa um comportamento auditivo fonêmico, a um comportamento
visual gráfico, o que é denominado correspondência grafonêmica. É necessária a
conscientização da estrutura fonêmica da linguagem (decomposição das palavras)
e das unidades auditivas que são representadas por diferentes grafemas, sendo
recomendável estimular o desenvolvimento oral nas crianças para constituir um
elemento fundamental para a posterior aprendizagem de leitura e escrita, já
que, para acessar a linguagem escrita requer-se não só a compreensão do
significado das palavras, mas também conhecer os sons que compõem a linguagem
falada e sua correta articulação.
Na
escola a criança aprende a desenvolver a escrita com as regras da norma culta
usando a representação do sistema alfabético, passando de fases que inicia-se
nas garatujas até a escrita com todas as regras. A criança tem que perceber os
símbolos escritos e evoluir no sentindo do simbolismo, já na segunda ordem ele
compreende os sinais dos símbolos falados das palavras segundo VYGOTSKY (1984).
Então
ele passa por fases experimentais, os exercícios algumas vezes exaustivos levam
a criança a procrastinar, isto traz lacunas. As crianças iniciam sua
aprendizagem da escrita antes da escola quando em contato com livros, revistas,
televisão, outdoors, isso o ajuda a perceber que a escrita faz parte do
cotidiano, quando está no universo escolar estará aprendendo representações gráficas
mais complexas. Assim o definiremos como um ambiente alfabetizador já
denominando a função social da escrita que leva a compreensão crítica do ato de
escrever ao longo da vida. O que leva a incapacidade de escrever bem, de
desenvolver a escrita já que são fases que toda criança passa.
Segundo
PAIN (2008), na maioria dos casos podem haver apenas uma lacuna de aprendizagem
mal interpretada levando a definir rótulos para crianças com tais dificuldades.
Inicialmente,
tem que haver um estudo da dificuldade de escrita, uma pesquisa de campo,
levando as hipóteses que o levou a tais dificuldades, associados ou não a
problemas comportamentais, emocionais, que reduz a capacidade intelectual. A
dificuldade de escrita poderá ser apenas momentânea. Faces a estes conceitos,
surgem os modelos interventivos da Neuroeducação citados por LEIBIG (2010), que
possui modelos para que o processo de reestruturação dos decodificadores seja
realizado, possibilitando às partes efetivar a operação parar qual se destina.
Assim,
será que o sujeito da pesquisa do presente trabalho que apresenta dificuldade
de escrita, poderá por meio dos modelos de intervenção da Neuroeducação sanar a
dificuldade dando autonomia para o mesmo? Desta forma, o trabalho buscou
realizar uma pesquisa de campo para investigar a problemática da dificuldade da
escrita do sujeito que tem comportamentos limitantes que o impede de
desenvolver a sua escrita de forma plena, provavelmente o desenvolvimento de
uma crença limitante.
Segundo
LEIBIG (2010) os modelos de trabalho da Neuroeducação possibilitam promover
intervenções na malha de informações do sistema mental para dar suporte não só
a construção, mas também de reestruturação das matrizes de inteligência. Porém,
para atingir esse fim de inteligência a ser trabalhado, é imprescindível que se
conheça as características intrínsecas e as necessidades específicas, para que
os comportamentos indesejáveis sejam alterados.
As
crianças com dificuldade de aprendizagem tendem a não desenvolver plenamente
todo o seu potencial de inteligência, mas na Neuroeducação o educando consegue
diminuir ou eliminar as suas dificuldades de aprendizagem, traçando caminhos
para mostrar a sua genialidade de acordo com a necessidade para seu pleno
desenvolvimento.
Segundo
PINKER (1997, p.41): A mente tem que ser construída com partes especializadas
por que precisa resolver problemas especializados. Cada um de nossos módulos
mentais resolve seu problema insolúvel com um grande ato de fé no modo como o
mundo funciona, fazendo suposições que são indispensáveis, mas indefensáveis.
A
origem da dificuldade fica registrada na experiência de referência quando um indivíduo vive um tipo de evento no
qual, pela primeira vez, ele se decepciona, se assusta, ou sente-se,
inconfortável, entristecido, ameaçado ou inseguro.
Assim
este trabalho visa mostrar ao aluno que quando há compromisso para realizar as
tarefas escolares, há rendimento. Se corre falhas no processo, tende a
procrastinar a Neuroeducação atua eliminando as ações indesejáveis através das
crenças limitadoras.
É
necessário investigar se realmente a criança tem dificuldade de aprendizagem ou
apenas falhas na sua vida educacional, pois, faz-se necessário sanar
equiparando as competências e assim investigar as causas da dificuldade de escrita
do sujeito da pesquisa e aplicar os modelos de intervenção da Neuroeducação, a
fim de minimizar tais dificuldades e melhorar o seu desempenho escolar. Baseada
nas premissas da Neuroeducação de LEIBIG (2010), este trabalho fundamentou-se
no levantamento das características, sintomas, necessidades e habilidades, além
de um trabalho de investigação por meio da aplicação da ficha de anamnese com o sujeito da pesquisa
para identificar a causalidade da dificuldade de escrita; a avaliação dos
relatórios redigidos pelos responsáveis e pela equipe multidisciplinar que
acompanha o sujeito da pesquisa; a aplicação dos modelos de intervenção,
Metáfora das partes, Raio de Deus, Doação de Recursos entre as partes; a
avaliação dos relatórios dos responsáveis e da equipe multidisciplinar após as
intervenções, a avaliação do boletim escolar após as intervenções, a observação
dos resultados obtidos sob a ótica da Neuroeducação.
Identificando
a dificuldade de aprendizagem, o Neuroeducador que já compreende o processo de
evolução da criança, ele fará as devidas intervenções, para que educando avance
plenamente, contribuindo de forma notória para o desenvolvimento da escrita, de
forma efetiva, não simplesmente, identificar, o problema, é eliminar tais
crenças limitantes, concomitantes com o tratamento interventivo de
Neuroeducação, os pais podem participar deste processos de aprendizagem,
oferendo a condições necessárias para o pleno desenvolvimento da criança,
assim, consequentemente a criança com a autoestima elevada, alcançará as habilidades necessárias para escrever. Não
é processo apenas da escola é especialmente, uma interação desafiadora onde a
escola e família juntas, fará o aluno flutuar no berço da genialidade com a
superação das suas dificuldades.
2.
rEFERENCIAL
TEÓRICO
O
desenvolvimento pleno de uma criança com as expressões de inteligência nas
escolas requer um preparo da escola, para que os influencie de forma adequada o
desenvolvimento das habilidades dos alunos, e se apresentar dificuldade possa
orientar dificuldade de aprendizagem possam orientar de forma plena para sanar
a dificuldade desde o início, assim, leva refletir o que acontece na escola
para que haja tanto fracasso escolar, por que os alunos não conseguem fazer o
que deve ser feito, passam a procrastinar, isto leva a dificuldade de
aprendizagem, tem que eliminar os limitadores matriciais. Segundo VYGOTSKY
(1994) a relação do indivíduo com o mundo não se dá de forma direta, mas sim
mediada por sistemas simbólicos, em que a linguagem ocupa um papel central,
pois além de possibilitar o intercâmbio entre as pessoas é por meio dela que o
consegue abstrair e generalizar o pensamento.
Supõe-se um processo gradual de internalização da linguagem, que ocorre
de forma gradual, completando-se em fases mais avançada da aquisição da
linguagem (CRAUDY; KAERCHER,2001, p.29).
A criança
com dificuldade de escrita possui uma inteligência normal, mas, segundo MOREIRA
(1999) e FONSECA (2002) as alterações de aprendizagem como dificuldade de
leitura (dislexia), da escrita (disgrafia) da formulação de idéias e suas
expressão ortográfica (disortografia), cálculos, aritmética (discalculia) podem
ser tanto internas como externas e muitas vezes as dificuldades podem ser leves
por dificuldades de processar a informação, outros por problemas de motivação
do aluno que com as intervenções podem desaparecer.
Paulo Freire
diz que uma proposta de alfabetização tem que levar em conta duas dimensões: a
social e a cognitiva, já que a educação é um ato político, a leitura e a
escrita tem que envolver o desenvolvimento pessoal e coletivo, daí a grande
responsabilidade que é alfabetizar. FREIRE (1997) diz que
“na
compreensão da história como possibilidade, o amanhã é problemático. Para que
ele venha é preciso que o construamos mediante a transformação do hoje. Há
possibilidades para diferentes amanhas. A luta já não se reduz a retardar o que
virar ou assegurar a sua chegada; é preciso reinventar o mundo. A educação é
indispensável nessa reinvenção. Assumirmo-nos como sujeito e objetos da
história torna-nos seres da decisão, da ruptura, seres éticos.”
Agora a
questão é refletir o que leva o educando a desenvolver a dificuldade de escrita
no fundamental I, se surge uma dificuldade momentânea tem que acontecer a
devida intervenção se possível com a Neuroeducação, se o professor que é
mediador observou tal dificuldade ele imediatamente para e corrigirá a lacuna
apresentada, por que futuramente ele diminuirá o rendimento escolar do
educando.
Segundo LE
BOULCH (1987) as aprendizagens mais rígidas são mais essenciais, trata-se
daquilo que chamamos os automatismos de base: leitura, escrita, cálculo, esta
confrontação, muitas vezes não é facilmente compatível com espontaneidade da
criança seu nível de desenvolvimento psicomotor, a instabilidade de suas reações
emocionais. Agora a questão é refletir o que leva o educando a desenvolver a
dificuldade de escrita no fundamental I, se surge uma dificuldade momentânea
tem que acontecer a devida intervenção se possível com a Neuroeducação, se o
professor que é mediador observou tal dificuldade ele imediatamente para e
corrigirá a lacuna apresentada, por que futuramente ele diminuirá o rendimento
escolar do educando.
Segundo LE
BOULCH (1987) as aprendizagens mais rígidas são mais essenciais, trata-se
daquilo que chamamos os automatismos de base: leitura, escrita, cálculo, esta
confrontação, muitas vezes não é facilmente compatível com espontaneidade da
criança seu nível de desenvolvimento psicomotor, a instabilidade de suas
reações emocionais.
Todos os
conflitos que a criança passa, marcam a sua vida, se a família incentiva a
escrita, ele vai chegar a escola reconhecendo que o processo que ele viverá,
ele estará alicerçado, pois, segundo LE BOULCH (1987) a escolarização lhe exige
as vezes condutas contraditórias: A imobilidade corporal associada a atividade mental,
a atenção focalizada, numa única tarefa, quando deve ficar indiferente ao que
ocorre ao seu redor.
Segundo OLIVEIRA (1980) o grande obstáculo a
implantação de uma concepção de educação ligada à experiência cotidiana de vida
e de trabalho comunitário dos alunos era a herança colonial, no plano da
alfabetização os dois grandes obstáculos eram de um lado a própria extensão da
tarefa a realizar e, de outro lado, o problema linguístico.
A escrita
contribui para desenvolvimento crítico do ser humano, no seu contexto social,
pois, hoje a humanidade vive em um mundo globalizado com escritas por todo
lado, em todas as áreas comerciais, industriais, pessoais, que envolvendo todos
na sua amplitude social. Assim a escrita tem um imenso valor culturalmente, e
aí a escola vem possibilitando a mediação desta habilidade de sua importância
da escrita. CAMPOS (2003) cita que a aprendizagem é afinal, um processo
fundamental da vida. Todo individuo aprende por meio da aprendizagem que
desenvolve os comportamentos que o possibilitam desenvolver todas as atividades
e relações humanas exibem os resultados.
A
Neuroeducação vem dando suporte para intervenção nos problemas educacionais de
forma específica a cada problema, identificado com ferramentas específicas e
caso haja uma falha de estímulos dos responsáveis por meio da educação, a
Neuroeducação pode intervir. Os limitadores matriciais funcionais são
caracterizados por limitações decorrentes de circuitos neurais improdutivamente
codificados são foco de atenção, desconcentração, desatenção, esquecimento,
distração, brancos de memória, desajustes nas estratégias de aprendizagem,
dificuldade para aprender determinado conjunto de ideias como matemática,
física, história e tantos outros, compreender um texto, escrever, aprendizagem
de leitura e escrita.
Assim,
tem-se o diagnóstico, o trabalho individual e acompanhamento com supervisão
neuroeducacional, fazendo as devidas intervenções, segundo LEIBIG (2008), a
Neuroeducação foi desenvolvida pensando em tornar o ato de estudar, frequentar
a escola, ler livros, prestar atenção nas aulas, pensar, aprender coisas novas
como algo interessante, fácil, prazeroso e ao alcance de todos. A Neuroeducação
trabalha com a melhora de desempenho escolar através de técnicas que alteram os
padrões emocionais dos clientes, independente do conhecimento cognitivo. O
neuroeducador não trabalha o conteúdo; utiliza da biomecânica, ramo da biologia
que se ocupa da aplicação das leis da mecânica às estruturas orgânicas vivas,
para alterar o funcionamento da “parte” que não está no nível da sua
genialidade com o objetivo da Neuroeducação é fazer com que os clientes saibam
fazer escolhas e que estas sejam as melhores possíveis, habilitando todas as
partes dos indivíduos para serem autoconfiantes, instalando nelas maturidade e
bom senso. As técnicas utilizadas trabalham com as memórias do cliente a partir
do momento da concepção.
Hoje a
Neuroeducação vem destacando-se como uma área do conhecimento que abrange a
integração de neurociência e a educação, contribuindo para transformar as
estruturas dos limitadores matriciais, aperfeiçoando as matrizes de
inteligências através do mapeamento cerebral, possibilitando o grau máximo da
expressão da potencialidade do ser humano. Segundo LEIBIG (2010) a
Neuroeducação possui as ferramentas de trabalho utilizado, que possibilitam
promover intervenções na malha de informação do sistema mental para dar suporte
não só a construção, mas, também à reestruturação das matrizes de
inteligências, porém para atingir esse fim, é fundamental definir o tipo de
matriz de inteligência a ser trabalhado, conhecer as suas características
intrínsecas e identificar as necessidades específicas, segundo LEIBIG (2008) é
possível alterar os comportamentos indesejáveis.
As crianças
com dificuldade de aprendizagem tendem a não desenvolver plenamente todo o seu
potencial de inteligência, mas com a Neuroeducação o educando consegue diminuir
ou eliminar as suas dificuldades de aprendizagens, traçando caminhos para
mostrar a sua genialidade de acordo com suas necessidades para seu pleno
desenvolvimento. Assim, com a
Neuroeducação o indivíduo vivencia uma experiência de referência com as
intervenções práticas da Neuroeducação, para que o sujeito tenha capacidade
para fazer as suas tarefas com as competências e as habilidades necessárias
para desenvolver um bom trabalho com autonomia e sucesso LEIBIG (2012).
LEIBIG
(2012) cita também que a origem da dificuldade também fica registrada na
experiência de referência quando um indivíduo vive um tipo de evento no qual,
pela primeira vez, ele se decepciona se assusta ou sente-se inconfortável, entristecido,
ameaçado ou inseguro, quando uma determinada pessoa sabe que tem que fazer
determinadas atividades e tendem a desenvolver uma preguiça física.
Começa a ler
e dorme, não tem coragem de abrir o livro, o corpo não obedece comandos, sentem
irritabilidade, choros excessivos, quando são cobrados por determinadas
atividades. De acordo com Bruhns (1991) é importante descobrir nosso corpo,
senti-lo em seu poder, sua força, para através desse corpo conhecido,
consciente, ter um contato com a realidade, um contato verdadeiro e não
neurótico, desfigurado, que nos afaste de nós mesmos. Todos os seres do mundo
têm a probabilidade de desenvolver preguiça, hábitos saudáveis, como praticar
um esporte, uma atividade física, pode contribui para o cérebro a desenvolver
as suas atividades. A desenvolver o foco, a disciplina, para vencer o que lhe é
proposto no seu cotidiano. No lugar de limitar-se apenas a reclamar,
movimentar-se buscando desenvolver as habilidades. Esta pode ser uma das formas
baseadas na Neuroeducação para vencer a preguiça física.
A preguiça
emocional faz com que o indivíduo tende sempre a procrastinar, a deixar sempre
para depois, os seus objetivos, estudar amanhã, começar uma reeducação
alimentar, tendem sempre a começar amanhã, criando uma ilusão do amanhã, isto o
leva a frustação, por conseguir colocar em prática amanhã, pode ser que arrume
desculpas para não começar, um exemplo clássico tinha que estudar, mas, foi
arrumar o guarda roupa que já estava arrumado, medo do novo, nova escola,
emprego, de falar em público, com medo de julgamentos, de enfrentar o chefe com
medo de punição , evitando assim a situação que o faça sair de sua zona de
conforto. LEIBIG (2011) afirma que a preguiça emocional é caracterizada por
emoções das quais a pessoa foge, evitando experiências que disparam aqueles
processos emocionais.
A preguiça
mental vem dos comportamentos da mente no enfrentamento das situações, segundo
LEIBIG (2010) na preguiça mental tem-se a sensação de embotamento na cabeça e
de esforço excessivo, para realizar o ato de pensar, sendo experimentado na
forma de cansaço mental ou dores de cabeça.
Durante o
processo de desenvolvimento o educando pode passar por um apressamento
cognitivo, pular etapas do seu desenvolvimento, se este não mielinizou, não
desenvolveu a prontidão para aprendizagem futuramente pode desenvolver a
preguiça mental. A criança neurologicamente tem de estar maturada para
compreender o processo que ela passa, para desenvolver a habilidade proposta
metodologicamente. Assim se houver desajuste foco de atenção, a criança não
saberá lidar com as questões propostas, pois, pode desviar o foco pode de
atenção gerando consequentemente a preguiça mental.
A preguiça
moral envolve dois conceitos a moral e a ética, a ética segundo LEIBIG (2012)
Tem um cunho filosófico e a moral, é normativa. A ética contém princípios de
conduta e a moral, as regras de comportamento a serem praticadas para
transformar, em ações, tais princípios.
Diante das
teorias citadas por LEIBIG (2012) pode conclui que a criança pode e deve
aprender facilmente, mas é necessário que ele tenha uma força moral que o leve
a desenvolver as habilidades necessárias, o educador é um mediador de
aprendizagem, tanto da leitura como da escrita, mas, a criança tem que
alicerçado com as prontidões de aprendizagem, considerando as suas
crenças. Quando o sujeito não é maturado
e mielinizado para aprender ele acaba sendo meio que rotulado na escola se não
houver um olhar sensível do educador, se o sujeito sente-se marginalizado, ele
não tem como desenvolver as suas habilidades, lamentável famílias e escola
ainda comete esta agressão que é tratar as crianças de forma pejorativa de
preguiçosas, preguiça no olhar da
Neuroeducação tem dia e hora para acontecer, se passa disto, se o sujeito não
tem domínio sob a mesma é doença e tem cura, trabalhar as partes preguiçosas
com modelagem, doação de recursos e assim possa está plenamente pré-disposto a
aprender.
A chave é
perceber qual as crenças limitantes que o educando traz consigo, qual as
experiências de referência que registrou na sua mente, a preguiça pode ser
genética pais preguiçosos pode mandar estímulos desde a concepção, daí a necessidade
de investigar a origem, a raiz problemática, o limitador matricial. Nesta linha
de pensamento buscar a motivação emocional para aprendizagem, observando se as
experiências são positivas ou negativas para que haja a maturação da escrita.
Diagnosticar as falhas, ter táticas adequadas para aprendizagem. Segundo MARUNY
(2000):
“Aprender é ampliar as fronteiras do
pensamento. Ensinar não é apenas transmitir informações a um ouvinte. É
ajudá-lo a transformar suas ideias. Para isso, é preciso conhecê-lo, escutá-lo
atentamente, compreender seu ponto de vista e escolher a ajuda certa de que
necessita para avançar: nem mais, nem menos. ”
Ao
compreender a dificuldade da criança a equipe multidisciplinar quando
necessário pode encorajar pais e professores, a ficarem atentos as mudanças e
os bloqueios que a criança impedem a criança de avançar.
Este trabalho tem como
linha de pesquisa duas ferramentas metodológicas e pesquisa bibliográfica de estudo
de caso interventivo, considerando que esta abordagem proporciona resultados
significativos no campo educacional, ou seja, foi realizada o estudo de forma
profunda para analisar como lidar com a dificuldade de aprendizagem na escrita
O sujeito da pesquisa
foi um adolescente de 12 anos, cujo responsável citou que o mesmo desenvolveu
dificuldade de escrita de textos e palavras, segundo o relato dos responsáveis
e da equipe multidisciplinar que o acompanham, assim percebendo a qualidade da
Neuroeducação após conversar com a neuroeducador, solicitou que o seu filho
fosse o sujeito desta pesquisa. respondeu a um questionário para coleta de
dados para a pesquisa. Contou-se também com os relatórios da equipe
multidisciplinar. Para revisão bibliográfica serão utilizados livros da
Neuroeducação e anotações de aula da Pós Graduação em Neuroeducação, bem como a
reprogramação dos circuitos neurais do sujeito da pesquisa.
INSTRUMENTOS DA
PESQUISA
Assim, para prosseguir
com estudo de caso interventivo, o responsável pelo sujeito da pesquisa,
autorizou o trabalho através do termo de consentimento e uma vez autorizado,
foi solicitado o preenchimento da ficha de anamnese para coleta de dados, o
histórico escolar e compreensão do contexto social do sujeito da pesquisa.
MODELOS DE INTERVENÇÃO
DA NEUROEDUCAÇÃO
A prática clínica na
Neuroeducação deu-se com modelos interventivos, que provam uma reestruturação
dos circuitos neurais que causam a dificuldade de escrita, levando o sujeito da
pesquisa a desenvolver o seu potencial de genialidade. Os modelos utilizados
neste trabalho serão descritos a seguir.
Segundo LEIBIG (2010) a
Metáfora das Partes visa identificar a parte interna ou externa que está
atuando, buscando a raiz do problema, assim resolver o problema que cliente
deseja modificar, resolver o conflito entre as partes da pessoa com a conversa
com parte interna, este momento é possível encontrar a experiência de
referência e atuar sobre ela para ajustar o sistema para uma nova postura
diante de situações. Já na conversa com a parte externa, é possível atuar de
modo a enviá-la ao seu sistema de origem. Neste momento deve orientar o cliente
que o sucesso do trabalho depende do cliente. Ele tem que está disposto a
entregar-se totalmente para resolver o problema. A respostas deverão ser
primeiras que a sua mente oferecer, e não deve haver interferência nem do
Neuroeducador, achando isto ou aquilo, nem do próprio cliente, ou seja, livres
de julgamento e achismo.
Cada pessoa tem um
sistema de crenças, existe uma parte que é filha, mãe, esposa, professor,
aluno, criança, que tem medo ou insegurança, cada habilidade existe uma parte
que predomina, como se fosse um computador que é responsável para resolver cada
função. Cada ferramenta e programa são responsáveis por executar determinadas
tarefas. Assim a parte funciona como um sistema que tem suas próprias crenças e
limitações ou altas habilidades, inclusive tem todos os recursos e sentimentos
como uma pessoa, cada parte tem a sua personalidade e suas crenças.
Neste
momento para contar com estes recursos, existe um roteiro:
·
Anamnese
·
Definição do que será
executado e trabalhado, ou qual será o tema específico.
·
Realizar a intervenção.
Já tendo feito um estudo interventivo antes, para ter certeza do que será trabalhado.
·
Pedir ao cliente que se
sente, ou se deite numa posição que se sinta bem.
·
O Neuroeducador
pergunta ao cliente a questão que ele deseja que aconteça a intervenção.
·
Pedir ao cliente que
tente lembrar o momento que ele apresentou a dificuldade apresentada.
·
Explicar ao cliente que
existem partes responsáveis por inúmeras atividades específicas;
·
Assim o cliente fechará
os olhos, e ouvirá a si mesmo buscando comunicação com a parte.
·
O Neuroeducador fará
perguntas específicas, para resolver tal dificuldade.
MODELAGEM
A modelagem é definitiva e o processo pode ser longo; o neuroeducador
precisa ser extremamente paciente e tomar nota de tudo o que é dito pelo
cliente no processo. Essa técnica é utilizada para “copiar” características de
outras partes do próprio cliente ou de outra pessoa. Para que a modelagem
aconteça, a pessoa/parte a ser modelada, no momento lembrado, deve estar em
ação, de acordo com a virtude desejada. É preciso buscar na lembrança do
cliente um momento que tenha sido vivido, experimentado. Ou seja, solicita-se
ao cliente que ele recorde de um episódio onde a pessoa/parte escolhida como
modelo apresenta o comportamento que deseja “modelar”. O programador durante
todo o processo deve metamodelar, evitar o uso do porquê. Trabalha-se com o modelo
criado pelo cliente, não importa se o modelado detém ou não a característica
desejada. Importa, sim, a forma como o cliente percebe o modelo.
Ao término das técnicas, sempre estabelecer uma
ponte para o futuro (checagem de segurança). Ou seja, verificar como teria sido
a história de vida desta pessoa (ou desta parte), se desde a sua concepção ela
tivesse tido este novo modelo de ser: “Como seria se essa parte já fosse assim
desde o primeiro contato até o dia de hoje?”
RAIO DE DEUS
O Raio divino incidindo
no chacra coronário. O cliente deve manter o olhar num ângulo de 30º. O raio
deve incidir sobre a situação atual e sobre a imagem da experiência de
referência. A palavra chave desta técnica é a transmutação.
Pede ao cliente que
feche os olhos e pense em Deus, como um ser supremo e com muita força que pode
doar recursos, conta para Deus o que está acontecendo, e relata o necessita de
mudança, e pede a Deus ajuda para esta mudança.
Pedir a Deus para jogar
um raio cheio de sabedoria e paz infinita, em abundância e com sabedoria
extrema, com saúde perfeita, criar uma situação confortável e olhar para cima,
cheio de fé no giro de 90º graus. Recebendo os recursos divinos.
4.
RESULTADOS
E DISCUSSÃO
Segundo LEIBIG (2009) todas as pessoas
nascem com um potencial para genialidade, com base nesta informação o
neuroeducador irá atuar fazendo as devidas intervenções nos limitadores
matriciais, com os modelos desenvolvidos por LEIBIG (2007) para eliminar as
dificuldades e o tornando capaz de ser genial, sanando todas as dificuldades.
Assim, esta pesquisa observou a
dificuldade de escrita relada pelo sujeito, que julgou-se incapaz de aprender,
surgido de um limitador matricial, onde muitas vezes foi colocado como incapaz
no quadro escolar, ou seja, um bloqueio na visão da Neuroeducação.
Ele citou que a sua dificuldade de
escrita era desde sempre e ao pedir para lembrar-se de um fato onde ele teve
essa dificuldade de escrita ele dizia que não lembrava o que não foi citado
pela escola em nenhum relatório.
Após ter explicado para ele que seria
trabalhado a dificuldade de escrita, com a metáfora das partes, compreendi que
devido a dificuldade do educando em ficar quieto por alguns instantes, seria
mais fácil para o mesmo seguir as orientações.
Com a identificação da parte que tinha
dificuldade de escrita, verificou-se que todas tinham 12 anos, a mesmo a idade
do adolescente. O reconhecimento da parte foi no tempo aceitável, a colaboração
do sujeito foi difícil no início, mas depois houve cooperação. Segundo LEIBIG
(2009) existem cinco valores básicos universais, poder, segurança, prestígio,
afetividade e liberdade e quando alguns desses valores se desestruturam surgem
as carências.
No
segundo atendimento o neuroeducador usou a metáfora do pingente e a corrente. A
corrente com nós e o pingente que não passava, sendo que a Neuroeducação é o
modelo que desatará os “nós” fazendo com que tudo flua. O sujeito da pesquisa
entendeu, e disse que tinha interesse em ser atendido.
O
sujeito da pesquisa que tem dificuldade em concentrar-se, foi orientado que a
Neuroeducação poderia fazer a intervenção e ajudá-lo a manter o foco no que
deveria fazer naquele momento, e que ele não poderia ir vestido de sunga para a
escola, pois na escola tem as normas e as regras que devem ser cumpridas. Cada
parte tem que estar no lugar certo e na hora certa e quando isto não acontece o
neuroeducador faz a intervenção para ajustar o foco e a concentração.
O adolescente da
pesquisa supra citada mostrou características que é um problema no olhar da
Neuroeducação que é preguiça física e moral, que o leva a deixar tudo para
depois. E isto o faz sentir incapaz, apresentando um comportamento de que não
consegue e nasceu com defeito.
Todo mundo já
sentiu alguma vez na vida preguiça, mas o problema é quando ela se torna um
limitador da sua expressão de genialidade. Sob o olhar da Neuroeducação a mesma
tem momento certo para acontecer, quando você precisa descansar, sair do
stress, está de férias, a pessoa sabe mediar esta preguiça, a pessoa é quem
manda na preguiça e não a preguiça que manda nela.
A preguiça age
no indivíduo, segundo Leibig (2012) quase como o vírus que provocam doenças
invisíveis, que vão se disseminando pelo sistema humano e o seu entorno, da
mesma forma, a indolência e a procrastinação trabalham silenciosamente para
promover falta de capricho, de interesse, de esforço, de iniciativa, de
comprometimento na execução e conclusão das tarefas inerentes a todos os
setores da vida.
A preguiça traz
algumas limitações, impede que o indivíduo venha desenvolver as suas
habilidades e as vezes esses sintomas passam despercebidos pela escola, onde é
necessário intervir para que não comprometam relações futuras, é necessário
saber administrar o tempo, para realizar as suas atividades diárias, muitas
vezes a escola pede para fazer algumas atividades e os educandos não conseguem
cumpri os prazos.
Com isto o sujeito da pesquisa tende a
procrastinar, pois as crenças possibilitadoras tendem a perder para as crenças
limitantes e pode levar o sujeito a desenvolver algum tipo de preguiça e isto
pode desenvolver a dificuldade de aprender. Existem vários tipos de preguiça
dentre elas: a preguiça física, a preguiça emocional, a preguiça mental e a
preguiça moral.
Segundo Leibig (2012), quando uma
determinada pessoa sabe que tem que fazer determinadas atividades e tendem a
desenvolver uma preguiça física. Começa a ler e dorme, não tem coragem de abrir
o livro, o corpo não obedece comandos, sentem irritabilidade, choros
excessivos, quando são cobrados por determinadas atividades.
De acordo com
Bruhns (1991) é importante descobrir nosso corpo, senti-lo em seu poder, sua
força, para através desse corpo conhecido, consciente, ter um contato com a
realidade, um contato verdadeiro e não neurótico, desfigurado, que nos afaste
de nós mesmos.
Todos os seres
do mundo têm a probabilidade de desenvolver preguiça, hábitos saudáveis, como
praticar um esporte, uma atividade física, pode contribui para o cérebro a
desenvolver as suas atividades. A desenvolver o foco, a disciplina, para vencer
o que lhe é proposto no seu cotidiano. No lugar de limitar-se apenas a
reclamar, movimentar-se buscando desenvolver as habilidades. Esta pode ser uma
das formas baseadas na Neuroeducação para vencer a preguiça física.
A preguiça
emocional faz com que o indivíduo tende sempre a procrastinar, a deixar sempre
para depois, os seus objetivos, estudar amanhã, começar uma reeducação
alimentar, tendem sempre a começar amanhã, criando uma ilusão do amanhã, isto o
leva a frustação, por conseguir colocar em prática amanhã, pode ser que arrume
desculpas para não começar, um exemplo clássico tinha que estudar, mas, foi
arrumar o guarda roupa que já estava arrumado, medo do novo, nova escola,
emprego, de falar em público, com medo de julgamentos, de enfrentar o chefe com
medo de punição , evitando assim a situação que o faça sair de sua zona de
conforto. LEIBIG (2011) afirma que a preguiça emocional é caracterizada por
emoções das quais a pessoa foge, evitando experiências que disparam aqueles processos
emocionais.
A preguiça
mental vem dos comportamentos da mente no enfrentamento das situações, segundo
LEIBIG (2010) na preguiça mental tem-se a sensação de embotamento na cabeça e
de esforço excessivo, para realizar o ato de pensar, sendo experimentado na
forma de cansaço mental ou dores de cabeça.
Durante o
processo de desenvolvimento o educando pode passar por um apressamento
cognitivo, pular etapas do seu desenvolvimento, se este não mielinizou, não
desenvolveu a prontidão para aprendizagem futuramente pode desenvolver a
preguiça mental. A criança neurologicamente tem de estar maturada para
compreender o processo que ela passa, para desenvolver a habilidade proposta
metodologicamente. Assim se houver desajuste foco de atenção, a criança não saberá
lidar com as questões propostas, pois, pode desviar o foco pode de atenção
gerando consequentemente a preguiça mental.
A preguiça moral
envolve dois conceitos a moral e a ética, a ética segundo LEIBIG (2012) tem um
cunho filosófico e a moral, é normativa. A ética contém princípios de conduta e
a moral, as regras de comportamento a serem praticadas para transformar, em
ações, tais princípios.
Foi
observado em todas as intervenções que teve uma mudança significativa em todos
os atendimentos. Logo começou a estudar sozinho sem ninguém mandar, ele
relutava muito contra o sono e isto causava certo tumulto na família, ele ia
para cama dormir nos horários determinados, a dificuldade de seguir comandos
melhorou muito logo após o terceiro atendimento que ele compreendeu que tudo
tinha o seu momento e inclusive a hora de seguir comandos e hora de obedecer.
Também houve melhora na autoestima.
Na anamnese deu
para perceber que existiam questões que estava tão à vontade par responder, foi
transmitido insegurança para responder. A tem o diagnóstico de Transtorno do
Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de
causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o
indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção,
inquietude e impulsividade. Isto também foi mostrado de forma bem marcante.
Demostra também uma ansiedade pelos familiares dele ir além, desenvolver-se
bem, este processo demostra ociosidade.
Os professore
poderiam ajudar um pouco mais, neste processo da dificuldade da escrita, mas,
por ser uma escola conteudista com um sistema que tem que “x” avaliações por
semana as vezes tornar-se cansativo para o sujeito da pesquisa e transmite uma
insatisfação por não conseguir ir além, segundo Martins (2003):
“O primeiro
fator essencial para o desenvolvimento da capacidade de aprender é motivar os
alunos e o próprio aluno querer aprender, ter interesse, atenção, compreensão,
participação e expectativa de aprender a conhecer, a fazer, a conviver e a ser
pessoa. O segundo fator é o desenvolvimento de aptidões cognitivas e
procedimentais; aprender métodos e técnicas de estudo para garantir a
capacidade de autoaprendizagem. O terceiro fator é a aprendizagem de
conhecimentos ou conteúdo, ou seja, a construção de um currículo escolar é
fundamental para que o aluno desenvolva sua compreensão do ambiente natural,
social e também da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a
sociedade”.
Fazendo uma
reflexão neste sentido é aconselhável aos envolvidos no processo que tenha uma atenção focada no desenvolvimento
do sujeito da pesquisa, para o auxiliar
no seu pleno desenvolvimento, que se
evitem assim aprendizagem do erro, já acontece
a orientação dos responsável mais que se evite a ansiedade demostrada,
pois, isto também acarreta a ociosidades, respeitando também o tempo da bainha
de mielina do sujeito da pesquisa, será necessário registrar que educando tem
um grande potencial de inteligência, mas com os ajustes, feito pelo
neuroeducador este se sobressairá efetiva na escrita.
No início a
escola poderá dividir os conteúdos em partes nas avaliações e acompanhando
gradativa o seu crescimento, e motivando todas as suas produções tendo cuidado com o material escrito:
cabeçalho, letras claras, uso de desenhos e diagramas e uso de palavras
escritas, uso da letra script ou bastão, o que melhor auxilia a velocidade da
forma ortográfica da palavra, criar um método, ou escolher um que aluno adequem
a ordem ou conteúdo com suas próprias
palavras, isso ajuda na memorização, regras escritas, devem ser dadas para a
fixação.
CONCLUSÕES
A
pesquisa realizada mostra que é preciso alfabetizar voltado para as
necessidades reais fazendo interação da língua escrita e língua falada
mostrando que o docente tem que entender os conflitos que o educando passa. Vê-se
a necessidade do educando reconhecer a importância de um plano de aula para
garantir a eficácia do seu trabalho porque com ele pode-se analisar as
dificuldades de sua classe procurando saná-las com métodos eficazes para o seu
pleno desenvolvimento.
É
necessário que o professor esteja aberto para a formação continuada visando o
seu próprio desenvolvimento profissional como também o seu trabalho no
dia-a-dia encarando com responsabilidade o seu compromisso social e político na
sociedade.
No
entanto, este trabalho tinha como missão principal, sanar a dificuldade de
escrita do cliente baseados nos estudos interventivos da Neuroeducação, fazendo
mudanças no sistema de origem, eliminando as dificuldades matriciais, muito
estímulos negativos desde a gestação. Nesta pesquisa a correção das
dificuldades ocorreu de maneira significativa relatada pela escola, quanto à
concentração e nas atividades na sala de aula.
A Neuroeducação mostrou para o
sujeito da pesquisa que ele é capaz de tornar-se um aluno genial, percebendo
que Neuroeducação resgata a raiz do problema e resolve o problema na íntegra, e
não de forma parcial.
A dificuldade de
escrita, necessita que o aluna faça
aquilo que muitas vezes, não gosta de fazer, mas, é necessário fazer, para que
ele tenha as habilidades necessárias para que ele adquira as habilidades da
escrita, então o processo de escrita, é progressivo, então é de esperar que com
integração escola família e intervenção, o sujeito da pesquisa venha melhorar
cada vez nos pontos mais fracos os professores envolvidos no processo tem que
estimular e instigar esta relação com a escrita, pois, servirá de suporte, mas
é necessário ter clareza do processo, busquem uma metodologia adequada que abarque
este processo de plena e sem julgamentos.
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