domingo, 25 de junho de 2017

INTERVENÇÕES DA NEUROEDUCAÇÃO COM FOCO NA DIFICULDADE DE ESCRITA


Resumo

A Neuroeducação vem com o propósito de auxiliar indivíduos nas suas limitações com o intuito de trabalhar as crenças limitadoras, a fim de alcançarem a sua genialidade, onde investiga-se a raiz do problema. Neste trabalho, realizou-se um estudo de caso com um adolescente de 12 anos de idade, com dificuldades de escrita, possivelmente oriundos de bloqueios de crenças limitantes. Para tanto, foi aplicada a metáfora das partes, raio de Deus, modelagem, doação de recursos e para comparação e avaliação dos resultados foi solicitada a ficha de anamnese e relatórios antes e depois dos atendimentos. Como resultados verificou-se, que trabalhando as suas limitações o sujeito da pesquisa apresentou mudança na rotina de estudo e o sono ficou mais tranquilo. Também houve melhora significativa nas notas, além de ter parado de chorar constantemente. Dessa forma, pode-se concluir que a Neuroeducação é capaz sanar os problemas de aprendizagem relacionados às dificuldades de escrita.

Palavras-Chave: Neuroeducação, crenças limitadoras, metáfora das partes, modelagem, problemas de aprendizagem.



Abstract

Neuroeducation comes with the purpose of helping individuals in their limitations in order to work the limiting beliefs, in order to achieve your genius, where investigates-if the root of the problem. In this paper, a case study with a 12-year-old teenager, with writing difficulties, possibly from locks of limiting beliefs. It was applied the metaphor of parts, kind of God, modeling, resource endowment and for comparison and evaluation of the results was requested to record of anamnesis and reports before and after the sessions. As a result, it was found that working its limitations the subject of the research presented in the study routine and change the sleep was more quiet. There was also significant improvement in grades, in addition to having stopped crying constantly. Thus, we can conclude that the Neuroeducation is able to remedy learning problems related to difficulties in writing.


Keywords:  Neuroeducation, limiting beliefs, metaphor of the parts, modeling, learning problems.



1.        Introdução
A presente pesquisa teve cunho interventivo, objetivando a investigação de como a criança e a escola lidam com a dificuldade de aprendizagem com foco na dificuldade de escrita. Para tanto a anamnese foi primordial na coleta de dados, utilizando o método desenvolvido pela Neuroeducação, formulados com questões abertas. Os resultados alcançados mostram que o sujeito da pesquisa do presente artigo conhece a escrita, mas a metodologia torna-se inadequada a realidade do mesmo.
A seguir será desenvolvido os aspectos introdutórios da pesquisa.
        Segundo SOARES (2004), a leitura alfabética associa um comportamento auditivo fonêmico, a um comportamento visual gráfico, o que é denominado correspondência grafonêmica. É necessária a conscientização da estrutura fonêmica da linguagem (decomposição das palavras) e das unidades auditivas que são representadas por diferentes grafemas, sendo recomendável estimular o desenvolvimento oral nas crianças para constituir um elemento fundamental para a posterior aprendizagem de leitura e escrita, já que, para acessar a linguagem escrita requer-se não só a compreensão do significado das palavras, mas também conhecer os sons que compõem a linguagem falada e sua correta articulação.
Na escola a criança aprende a desenvolver a escrita com as regras da norma culta usando a representação do sistema alfabético, passando de fases que inicia-se nas garatujas até a escrita com todas as regras. A criança tem que perceber os símbolos escritos e evoluir no sentindo do simbolismo, já na segunda ordem ele compreende os sinais dos símbolos falados das palavras segundo VYGOTSKY (1984).
Então ele passa por fases experimentais, os exercícios algumas vezes exaustivos levam a criança a procrastinar, isto traz lacunas. As crianças iniciam sua aprendizagem da escrita antes da escola quando em contato com livros, revistas, televisão, outdoors, isso o ajuda a perceber que a escrita faz parte do cotidiano, quando está no universo escolar estará aprendendo representações gráficas mais complexas. Assim o definiremos como um ambiente alfabetizador já denominando a função social da escrita que leva a compreensão crítica do ato de escrever ao longo da vida. O que leva a incapacidade de escrever bem, de desenvolver a escrita já que são fases que toda criança passa.
Segundo PAIN (2008), na maioria dos casos podem haver apenas uma lacuna de aprendizagem mal interpretada levando a definir rótulos para crianças com tais dificuldades.
Inicialmente, tem que haver um estudo da dificuldade de escrita, uma pesquisa de campo, levando as hipóteses que o levou a tais dificuldades, associados ou não a problemas comportamentais, emocionais, que reduz a capacidade intelectual. A dificuldade de escrita poderá ser apenas momentânea. Faces a estes conceitos, surgem os modelos interventivos da Neuroeducação citados por LEIBIG (2010), que possui modelos para que o processo de reestruturação dos decodificadores seja realizado, possibilitando às partes efetivar a operação parar qual se destina.
Assim, será que o sujeito da pesquisa do presente trabalho que apresenta dificuldade de escrita, poderá por meio dos modelos de intervenção da Neuroeducação sanar a dificuldade dando autonomia para o mesmo? Desta forma, o trabalho buscou realizar uma pesquisa de campo para investigar a problemática da dificuldade da escrita do sujeito que tem comportamentos limitantes que o impede de desenvolver a sua escrita de forma plena, provavelmente o desenvolvimento de uma crença limitante.
Segundo LEIBIG (2010) os modelos de trabalho da Neuroeducação possibilitam promover intervenções na malha de informações do sistema mental para dar suporte não só a construção, mas também de reestruturação das matrizes de inteligência. Porém, para atingir esse fim de inteligência a ser trabalhado, é imprescindível que se conheça as características intrínsecas e as necessidades específicas, para que os comportamentos indesejáveis sejam alterados.
As crianças com dificuldade de aprendizagem tendem a não desenvolver plenamente todo o seu potencial de inteligência, mas na Neuroeducação o educando consegue diminuir ou eliminar as suas dificuldades de aprendizagem, traçando caminhos para mostrar a sua genialidade de acordo com a necessidade para seu pleno desenvolvimento.
Segundo PINKER (1997, p.41): A mente tem que ser construída com partes especializadas por que precisa resolver problemas especializados. Cada um de nossos módulos mentais resolve seu problema insolúvel com um grande ato de fé no modo como o mundo funciona, fazendo suposições que são indispensáveis, mas indefensáveis.
A origem da dificuldade fica registrada na experiência de referência quando um         indivíduo vive um tipo de evento no qual, pela primeira vez, ele se decepciona, se assusta, ou sente-se, inconfortável, entristecido, ameaçado ou inseguro.
Assim este trabalho visa mostrar ao aluno que quando há compromisso para realizar as tarefas escolares, há rendimento. Se corre falhas no processo, tende a procrastinar a Neuroeducação atua eliminando as ações indesejáveis através das crenças limitadoras.
É necessário investigar se realmente a criança tem dificuldade de aprendizagem ou apenas falhas na sua vida educacional, pois, faz-se necessário sanar equiparando as competências e assim investigar as causas da dificuldade de escrita do sujeito da pesquisa e aplicar os modelos de intervenção da Neuroeducação, a fim de minimizar tais dificuldades e melhorar o seu desempenho escolar. Baseada nas premissas da Neuroeducação de LEIBIG (2010), este trabalho fundamentou-se no levantamento das características, sintomas, necessidades e habilidades, além de um trabalho de investigação por meio da aplicação da  ficha de anamnese com o sujeito da pesquisa para identificar a causalidade da dificuldade de escrita; a avaliação dos relatórios redigidos pelos responsáveis e pela equipe multidisciplinar que acompanha o sujeito da pesquisa; a aplicação dos modelos de intervenção, Metáfora das partes, Raio de Deus, Doação de Recursos entre as partes; a avaliação dos relatórios dos responsáveis e da equipe multidisciplinar após as intervenções, a avaliação do boletim escolar após as intervenções, a observação dos resultados obtidos sob a ótica da Neuroeducação.
Identificando a dificuldade de aprendizagem, o Neuroeducador que já compreende o processo de evolução da criança, ele fará as devidas intervenções, para que educando avance plenamente, contribuindo de forma notória para o desenvolvimento da escrita, de forma efetiva, não simplesmente, identificar, o problema, é eliminar tais crenças limitantes, concomitantes com o tratamento interventivo de Neuroeducação, os pais podem participar deste processos de aprendizagem, oferendo a condições necessárias para o pleno desenvolvimento da criança, assim, consequentemente a criança com a autoestima elevada, alcançará  as habilidades necessárias para escrever. Não é processo apenas da escola é especialmente, uma interação desafiadora onde a escola e família juntas, fará o aluno flutuar no berço da genialidade com a superação das suas dificuldades.
2.    rEFERENCIAL TEÓRICO
O desenvolvimento pleno de uma criança com as expressões de inteligência nas escolas requer um preparo da escola, para que os influencie de forma adequada o desenvolvimento das habilidades dos alunos, e se apresentar dificuldade possa orientar dificuldade de aprendizagem possam orientar de forma plena para sanar a dificuldade desde o início, assim, leva refletir o que acontece na escola para que haja tanto fracasso escolar, por que os alunos não conseguem fazer o que deve ser feito, passam a procrastinar, isto leva a dificuldade de aprendizagem, tem que eliminar os limitadores matriciais. Segundo VYGOTSKY (1994) a relação do indivíduo com o mundo não se dá de forma direta, mas sim mediada por sistemas simbólicos, em que a linguagem ocupa um papel central, pois além de possibilitar o intercâmbio entre as pessoas é por meio dela que o consegue abstrair e generalizar o pensamento.  Supõe-se um processo gradual de internalização da linguagem, que ocorre de forma gradual, completando-se em fases mais avançada da aquisição da linguagem (CRAUDY; KAERCHER,2001, p.29).
A criança com dificuldade de escrita possui uma inteligência normal, mas, segundo MOREIRA (1999) e FONSECA (2002) as alterações de aprendizagem como dificuldade de leitura (dislexia), da escrita (disgrafia) da formulação de idéias e suas expressão ortográfica (disortografia), cálculos, aritmética (discalculia) podem ser tanto internas como externas e muitas vezes as dificuldades podem ser leves por dificuldades de processar a informação, outros por problemas de motivação do aluno que com as intervenções podem desaparecer.
Paulo Freire diz que uma proposta de alfabetização tem que levar em conta duas dimensões: a social e a cognitiva, já que a educação é um ato político, a leitura e a escrita tem que envolver o desenvolvimento pessoal e coletivo, daí a grande responsabilidade que é alfabetizar. FREIRE (1997) diz que
“na compreensão da história como possibilidade, o amanhã é problemático. Para que ele venha é preciso que o construamos mediante a transformação do hoje. Há possibilidades para diferentes amanhas. A luta já não se reduz a retardar o que virar ou assegurar a sua chegada; é preciso reinventar o mundo. A educação é indispensável nessa reinvenção. Assumirmo-nos como sujeito e objetos da história torna-nos seres da decisão, da ruptura, seres éticos.”

Agora a questão é refletir o que leva o educando a desenvolver a dificuldade de escrita no fundamental I, se surge uma dificuldade momentânea tem que acontecer a devida intervenção se possível com a Neuroeducação, se o professor que é mediador observou tal dificuldade ele imediatamente para e corrigirá a lacuna apresentada, por que futuramente ele diminuirá o rendimento escolar do educando.
Segundo LE BOULCH (1987) as aprendizagens mais rígidas são mais essenciais, trata-se daquilo que chamamos os automatismos de base: leitura, escrita, cálculo, esta confrontação, muitas vezes não é facilmente compatível com espontaneidade da criança seu nível de desenvolvimento psicomotor, a instabilidade de suas reações emocionais. Agora a questão é refletir o que leva o educando a desenvolver a dificuldade de escrita no fundamental I, se surge uma dificuldade momentânea tem que acontecer a devida intervenção se possível com a Neuroeducação, se o professor que é mediador observou tal dificuldade ele imediatamente para e corrigirá a lacuna apresentada, por que futuramente ele diminuirá o rendimento escolar do educando.
Segundo LE BOULCH (1987) as aprendizagens mais rígidas são mais essenciais, trata-se daquilo que chamamos os automatismos de base: leitura, escrita, cálculo, esta confrontação, muitas vezes não é facilmente compatível com espontaneidade da criança seu nível de desenvolvimento psicomotor, a instabilidade de suas reações emocionais.
Todos os conflitos que a criança passa, marcam a sua vida, se a família incentiva a escrita, ele vai chegar a escola reconhecendo que o processo que ele viverá, ele estará alicerçado, pois, segundo LE BOULCH (1987) a escolarização lhe exige as vezes condutas contraditórias: A imobilidade corporal associada a atividade mental, a atenção focalizada, numa única tarefa, quando deve ficar indiferente ao que ocorre ao seu redor.
 Segundo OLIVEIRA (1980) o grande obstáculo a implantação de uma concepção de educação ligada à experiência cotidiana de vida e de trabalho comunitário dos alunos era a herança colonial, no plano da alfabetização os dois grandes obstáculos eram de um lado a própria extensão da tarefa a realizar e, de outro lado, o problema linguístico.
A escrita contribui para desenvolvimento crítico do ser humano, no seu contexto social, pois, hoje a humanidade vive em um mundo globalizado com escritas por todo lado, em todas as áreas comerciais, industriais, pessoais, que envolvendo todos na sua amplitude social. Assim a escrita tem um imenso valor culturalmente, e aí a escola vem possibilitando a mediação desta habilidade de sua importância da escrita. CAMPOS (2003) cita que a aprendizagem é afinal, um processo fundamental da vida. Todo individuo aprende por meio da aprendizagem que desenvolve os comportamentos que o possibilitam desenvolver todas as atividades e relações humanas exibem os resultados.
A Neuroeducação vem dando suporte para intervenção nos problemas educacionais de forma específica a cada problema, identificado com ferramentas específicas e caso haja uma falha de estímulos dos responsáveis por meio da educação, a Neuroeducação pode intervir. Os limitadores matriciais funcionais são caracterizados por limitações decorrentes de circuitos neurais improdutivamente codificados são foco de atenção, desconcentração, desatenção, esquecimento, distração, brancos de memória, desajustes nas estratégias de aprendizagem, dificuldade para aprender determinado conjunto de ideias como matemática, física, história e tantos outros, compreender um texto, escrever, aprendizagem de leitura e escrita.
Assim, tem-se o diagnóstico, o trabalho individual e acompanhamento com supervisão neuroeducacional, fazendo as devidas intervenções, segundo LEIBIG (2008), a Neuroeducação foi desenvolvida pensando em tornar o ato de estudar, frequentar a escola, ler livros, prestar atenção nas aulas, pensar, aprender coisas novas como algo interessante, fácil, prazeroso e ao alcance de todos. A Neuroeducação trabalha com a melhora de desempenho escolar através de técnicas que alteram os padrões emocionais dos clientes, independente do conhecimento cognitivo. O neuroeducador não trabalha o conteúdo; utiliza da biomecânica, ramo da biologia que se ocupa da aplicação das leis da mecânica às estruturas orgânicas vivas, para alterar o funcionamento da “parte” que não está no nível da sua genialidade com o objetivo da Neuroeducação é fazer com que os clientes saibam fazer escolhas e que estas sejam as melhores possíveis, habilitando todas as partes dos indivíduos para serem autoconfiantes, instalando nelas maturidade e bom senso. As técnicas utilizadas trabalham com as memórias do cliente a partir do momento da concepção.
Hoje a Neuroeducação vem destacando-se como uma área do conhecimento que abrange a integração de neurociência e a educação, contribuindo para transformar as estruturas dos limitadores matriciais, aperfeiçoando as matrizes de inteligências através do mapeamento cerebral, possibilitando o grau máximo da expressão da potencialidade do ser humano. Segundo LEIBIG (2010) a Neuroeducação possui as ferramentas de trabalho utilizado, que possibilitam promover intervenções na malha de informação do sistema mental para dar suporte não só a construção, mas, também à reestruturação das matrizes de inteligências, porém para atingir esse fim, é fundamental definir o tipo de matriz de inteligência a ser trabalhado, conhecer as suas características intrínsecas e identificar as necessidades específicas, segundo LEIBIG (2008) é possível alterar os comportamentos indesejáveis.
As crianças com dificuldade de aprendizagem tendem a não desenvolver plenamente todo o seu potencial de inteligência, mas com a Neuroeducação o educando consegue diminuir ou eliminar as suas dificuldades de aprendizagens, traçando caminhos para mostrar a sua genialidade de acordo com suas necessidades para seu pleno desenvolvimento.  Assim, com a Neuroeducação o indivíduo vivencia uma experiência de referência com as intervenções práticas da Neuroeducação, para que o sujeito tenha capacidade para fazer as suas tarefas com as competências e as habilidades necessárias para desenvolver um bom trabalho com autonomia e sucesso LEIBIG (2012).
LEIBIG (2012) cita também que a origem da dificuldade também fica registrada na experiência de referência quando um indivíduo vive um tipo de evento no qual, pela primeira vez, ele se decepciona se assusta ou sente-se inconfortável, entristecido, ameaçado ou inseguro, quando uma determinada pessoa sabe que tem que fazer determinadas atividades e tendem a desenvolver uma preguiça física.
Começa a ler e dorme, não tem coragem de abrir o livro, o corpo não obedece comandos, sentem irritabilidade, choros excessivos, quando são cobrados por determinadas atividades. De acordo com Bruhns (1991) é importante descobrir nosso corpo, senti-lo em seu poder, sua força, para através desse corpo conhecido, consciente, ter um contato com a realidade, um contato verdadeiro e não neurótico, desfigurado, que nos afaste de nós mesmos. Todos os seres do mundo têm a probabilidade de desenvolver preguiça, hábitos saudáveis, como praticar um esporte, uma atividade física, pode contribui para o cérebro a desenvolver as suas atividades. A desenvolver o foco, a disciplina, para vencer o que lhe é proposto no seu cotidiano. No lugar de limitar-se apenas a reclamar, movimentar-se buscando desenvolver as habilidades. Esta pode ser uma das formas baseadas na Neuroeducação para vencer a preguiça física.
A preguiça emocional faz com que o indivíduo tende sempre a procrastinar, a deixar sempre para depois, os seus objetivos, estudar amanhã, começar uma reeducação alimentar, tendem sempre a começar amanhã, criando uma ilusão do amanhã, isto o leva a frustação, por conseguir colocar em prática amanhã, pode ser que arrume desculpas para não começar, um exemplo clássico tinha que estudar, mas, foi arrumar o guarda roupa que já estava arrumado, medo do novo, nova escola, emprego, de falar em público, com medo de julgamentos, de enfrentar o chefe com medo de punição , evitando assim a situação que o faça sair de sua zona de conforto. LEIBIG (2011) afirma que a preguiça emocional é caracterizada por emoções das quais a pessoa foge, evitando experiências que disparam aqueles processos emocionais.
A preguiça mental vem dos comportamentos da mente no enfrentamento das situações, segundo LEIBIG (2010) na preguiça mental tem-se a sensação de embotamento na cabeça e de esforço excessivo, para realizar o ato de pensar, sendo experimentado na forma de cansaço mental ou dores de cabeça.
Durante o processo de desenvolvimento o educando pode passar por um apressamento cognitivo, pular etapas do seu desenvolvimento, se este não mielinizou, não desenvolveu a prontidão para aprendizagem futuramente pode desenvolver a preguiça mental. A criança neurologicamente tem de estar maturada para compreender o processo que ela passa, para desenvolver a habilidade proposta metodologicamente. Assim se houver desajuste foco de atenção, a criança não saberá lidar com as questões propostas, pois, pode desviar o foco pode de atenção gerando consequentemente a preguiça mental.
A preguiça moral envolve dois conceitos a moral e a ética, a ética segundo LEIBIG (2012) Tem um cunho filosófico e a moral, é normativa. A ética contém princípios de conduta e a moral, as regras de comportamento a serem praticadas para transformar, em ações, tais princípios.
Diante das teorias citadas por LEIBIG (2012) pode conclui que a criança pode e deve aprender facilmente, mas é necessário que ele tenha uma força moral que o leve a desenvolver as habilidades necessárias, o educador é um mediador de aprendizagem, tanto da leitura como da escrita, mas, a criança tem que alicerçado com as prontidões de aprendizagem, considerando as suas crenças.  Quando o sujeito não é maturado e mielinizado para aprender ele acaba sendo meio que rotulado na escola se não houver um olhar sensível do educador, se o sujeito sente-se marginalizado, ele não tem como desenvolver as suas habilidades, lamentável famílias e escola ainda comete esta agressão que é tratar as crianças de forma pejorativa de preguiçosas,  preguiça no olhar da Neuroeducação tem dia e hora para acontecer, se passa disto, se o sujeito não tem domínio sob a mesma é doença e tem cura, trabalhar as partes preguiçosas com modelagem, doação de recursos e assim possa está plenamente pré-disposto a aprender.
A chave é perceber qual as crenças limitantes que o educando traz consigo, qual as experiências de referência que registrou na sua mente, a preguiça pode ser genética pais preguiçosos pode mandar estímulos desde a concepção, daí a necessidade de investigar a origem, a raiz problemática, o limitador matricial. Nesta linha de pensamento buscar a motivação emocional para aprendizagem, observando se as experiências são positivas ou negativas para que haja a maturação da escrita. Diagnosticar as falhas, ter táticas adequadas para aprendizagem. Segundo MARUNY (2000):
 “Aprender é ampliar as fronteiras do pensamento. Ensinar não é apenas transmitir informações a um ouvinte. É ajudá-lo a transformar suas ideias. Para isso, é preciso conhecê-lo, escutá-lo atentamente, compreender seu ponto de vista e escolher a ajuda certa de que necessita para avançar: nem mais, nem menos. ”
Ao compreender a dificuldade da criança a equipe multidisciplinar quando necessário pode encorajar pais e professores, a ficarem atentos as mudanças e os bloqueios que a criança impedem a criança de avançar.                                                      
Este trabalho tem como linha de pesquisa duas ferramentas metodológicas e pesquisa bibliográfica de estudo de caso interventivo, considerando que esta abordagem proporciona resultados significativos no campo educacional, ou seja, foi realizada o estudo de forma profunda para analisar como lidar com a dificuldade de aprendizagem na escrita
O sujeito da pesquisa foi um adolescente de 12 anos, cujo responsável citou que o mesmo desenvolveu dificuldade de escrita de textos e palavras, segundo o relato dos responsáveis e da equipe multidisciplinar que o acompanham, assim percebendo a qualidade da Neuroeducação após conversar com a neuroeducador, solicitou que o seu filho fosse o sujeito desta pesquisa. respondeu a um questionário para coleta de dados para a pesquisa. Contou-se também com os relatórios da equipe multidisciplinar. Para revisão bibliográfica serão utilizados livros da Neuroeducação e anotações de aula da Pós Graduação em Neuroeducação, bem como a reprogramação dos circuitos neurais do sujeito da pesquisa.

INSTRUMENTOS DA PESQUISA
Assim, para prosseguir com estudo de caso interventivo, o responsável pelo sujeito da pesquisa, autorizou o trabalho através do termo de consentimento e uma vez autorizado, foi solicitado o preenchimento da ficha de anamnese para coleta de dados, o histórico escolar e compreensão do contexto social do sujeito da pesquisa.

MODELOS DE INTERVENÇÃO DA NEUROEDUCAÇÃO
A prática clínica na Neuroeducação deu-se com modelos interventivos, que provam uma reestruturação dos circuitos neurais que causam a dificuldade de escrita, levando o sujeito da pesquisa a desenvolver o seu potencial de genialidade. Os modelos utilizados neste trabalho serão descritos a seguir.

MÉTAFORA DAS PARTES[1]
Segundo LEIBIG (2010) a Metáfora das Partes visa identificar a parte interna ou externa que está atuando, buscando a raiz do problema, assim resolver o problema que cliente deseja modificar, resolver o conflito entre as partes da pessoa com a conversa com parte interna, este momento é possível encontrar a experiência de referência e atuar sobre ela para ajustar o sistema para uma nova postura diante de situações. Já na conversa com a parte externa, é possível atuar de modo a enviá-la ao seu sistema de origem. Neste momento deve orientar o cliente que o sucesso do trabalho depende do cliente. Ele tem que está disposto a entregar-se totalmente para resolver o problema. A respostas deverão ser primeiras que a sua mente oferecer, e não deve haver interferência nem do Neuroeducador, achando isto ou aquilo, nem do próprio cliente, ou seja, livres de julgamento e achismo.
Cada pessoa tem um sistema de crenças, existe uma parte que é filha, mãe, esposa, professor, aluno, criança, que tem medo ou insegurança, cada habilidade existe uma parte que predomina, como se fosse um computador que é responsável para resolver cada função. Cada ferramenta e programa são responsáveis por executar determinadas tarefas. Assim a parte funciona como um sistema que tem suas próprias crenças e limitações ou altas habilidades, inclusive tem todos os recursos e sentimentos como uma pessoa, cada parte tem a sua personalidade e suas crenças.
Neste momento para contar com estes recursos, existe um roteiro:
·         Anamnese
·         Definição do que será executado e trabalhado, ou qual será o tema específico.
·         Realizar a intervenção. Já tendo feito um estudo interventivo antes, para ter certeza do que será trabalhado.
·         Pedir ao cliente que se sente, ou se deite numa posição que se sinta bem.
·         O Neuroeducador pergunta ao cliente a questão que ele deseja que aconteça a intervenção.
·         Pedir ao cliente que tente lembrar o momento que ele apresentou a dificuldade apresentada.
·         Explicar ao cliente que existem partes responsáveis por inúmeras atividades específicas;
·         Assim o cliente fechará os olhos, e ouvirá a si mesmo buscando comunicação com a parte.
·         O Neuroeducador fará perguntas específicas, para resolver tal dificuldade.
MODELAGEM
A modelagem é definitiva e o processo pode ser longo; o neuroeducador precisa ser extremamente paciente e tomar nota de tudo o que é dito pelo cliente no processo. Essa técnica é utilizada para “copiar” características de outras partes do próprio cliente ou de outra pessoa. Para que a modelagem aconteça, a pessoa/parte a ser modelada, no momento lembrado, deve estar em ação, de acordo com a virtude desejada. É preciso buscar na lembrança do cliente um momento que tenha sido vivido, experimentado. Ou seja, solicita-se ao cliente que ele recorde de um episódio onde a pessoa/parte escolhida como modelo apresenta o comportamento que deseja “modelar”. O programador durante todo o processo deve metamodelar, evitar o uso do porquê. Trabalha-se com o modelo criado pelo cliente, não importa se o modelado detém ou não a característica desejada. Importa, sim, a forma como o cliente percebe o modelo. Ao término das técnicas, sempre estabelecer uma ponte para o futuro (checagem de segurança). Ou seja, verificar como teria sido a história de vida desta pessoa (ou desta parte), se desde a sua concepção ela tivesse tido este novo modelo de ser: “Como seria se essa parte já fosse assim desde o primeiro contato até o dia de hoje?”

RAIO DE DEUS
O Raio divino incidindo no chacra coronário. O cliente deve manter o olhar num ângulo de 30º. O raio deve incidir sobre a situação atual e sobre a imagem da experiência de referência. A palavra chave desta técnica é a transmutação.
Pede ao cliente que feche os olhos e pense em Deus, como um ser supremo e com muita força que pode doar recursos, conta para Deus o que está acontecendo, e relata o necessita de mudança, e pede a Deus ajuda para esta mudança.
Pedir a Deus para jogar um raio cheio de sabedoria e paz infinita, em abundância e com sabedoria extrema, com saúde perfeita, criar uma situação confortável e olhar para cima, cheio de fé no giro de 90º graus. Recebendo os recursos divinos.
4.        RESULTADOS E DISCUSSÃO
        Segundo LEIBIG (2009) todas as pessoas nascem com um potencial para genialidade, com base nesta informação o neuroeducador irá atuar fazendo as devidas intervenções nos limitadores matriciais, com os modelos desenvolvidos por LEIBIG (2007) para eliminar as dificuldades e o tornando capaz de ser genial, sanando todas as dificuldades.
       Assim, esta pesquisa observou a dificuldade de escrita relada pelo sujeito, que julgou-se incapaz de aprender, surgido de um limitador matricial, onde muitas vezes foi colocado como incapaz no quadro escolar, ou seja, um bloqueio na visão da Neuroeducação.
      Ele citou que a sua dificuldade de escrita era desde sempre e ao pedir para lembrar-se de um fato onde ele teve essa dificuldade de escrita ele dizia que não lembrava o que não foi citado pela escola em nenhum relatório.
      Após ter explicado para ele que seria trabalhado a dificuldade de escrita, com a metáfora das partes, compreendi que devido a dificuldade do educando em ficar quieto por alguns instantes, seria mais fácil para o mesmo seguir as orientações.
      Com a identificação da parte que tinha dificuldade de escrita, verificou-se que todas tinham 12 anos, a mesmo a idade do adolescente. O reconhecimento da parte foi no tempo aceitável, a colaboração do sujeito foi difícil no início, mas depois houve cooperação. Segundo LEIBIG (2009) existem cinco valores básicos universais, poder, segurança, prestígio, afetividade e liberdade e quando alguns desses valores se desestruturam surgem as carências.
No segundo atendimento o neuroeducador usou a metáfora do pingente e a corrente. A corrente com nós e o pingente que não passava, sendo que a Neuroeducação é o modelo que desatará os “nós” fazendo com que tudo flua. O sujeito da pesquisa entendeu, e disse que tinha interesse em ser atendido.
O sujeito da pesquisa que tem dificuldade em concentrar-se, foi orientado que a Neuroeducação poderia fazer a intervenção e ajudá-lo a manter o foco no que deveria fazer naquele momento, e que ele não poderia ir vestido de sunga para a escola, pois na escola tem as normas e as regras que devem ser cumpridas. Cada parte tem que estar no lugar certo e na hora certa e quando isto não acontece o neuroeducador faz a intervenção para ajustar o foco e a concentração.
O adolescente da pesquisa supra citada mostrou características que é um problema no olhar da Neuroeducação que é preguiça física e moral, que o leva a deixar tudo para depois. E isto o faz sentir incapaz, apresentando um comportamento de que não consegue e nasceu com defeito.
Todo mundo já sentiu alguma vez na vida preguiça, mas o problema é quando ela se torna um limitador da sua expressão de genialidade. Sob o olhar da Neuroeducação a mesma tem momento certo para acontecer, quando você precisa descansar, sair do stress, está de férias, a pessoa sabe mediar esta preguiça, a pessoa é quem manda na preguiça e não a preguiça que manda nela.
A preguiça age no indivíduo, segundo Leibig (2012) quase como o vírus que provocam doenças invisíveis, que vão se disseminando pelo sistema humano e o seu entorno, da mesma forma, a indolência e a procrastinação trabalham silenciosamente para promover falta de capricho, de interesse, de esforço, de iniciativa, de comprometimento na execução e conclusão das tarefas inerentes a todos os setores da vida.
A preguiça traz algumas limitações, impede que o indivíduo venha desenvolver as suas habilidades e as vezes esses sintomas passam despercebidos pela escola, onde é necessário intervir para que não comprometam relações futuras, é necessário saber administrar o tempo, para realizar as suas atividades diárias, muitas vezes a escola pede para fazer algumas atividades e os educandos não conseguem cumpri os prazos.
 Com isto o sujeito da pesquisa tende a procrastinar, pois as crenças possibilitadoras tendem a perder para as crenças limitantes e pode levar o sujeito a desenvolver algum tipo de preguiça e isto pode desenvolver a dificuldade de aprender. Existem vários tipos de preguiça dentre elas: a preguiça física, a preguiça emocional, a preguiça mental e a preguiça moral.
     Segundo Leibig (2012), quando uma determinada pessoa sabe que tem que fazer determinadas atividades e tendem a desenvolver uma preguiça física. Começa a ler e dorme, não tem coragem de abrir o livro, o corpo não obedece comandos, sentem irritabilidade, choros excessivos, quando são cobrados por determinadas atividades.
De acordo com Bruhns (1991) é importante descobrir nosso corpo, senti-lo em seu poder, sua força, para através desse corpo conhecido, consciente, ter um contato com a realidade, um contato verdadeiro e não neurótico, desfigurado, que nos afaste de nós mesmos.
Todos os seres do mundo têm a probabilidade de desenvolver preguiça, hábitos saudáveis, como praticar um esporte, uma atividade física, pode contribui para o cérebro a desenvolver as suas atividades. A desenvolver o foco, a disciplina, para vencer o que lhe é proposto no seu cotidiano. No lugar de limitar-se apenas a reclamar, movimentar-se buscando desenvolver as habilidades. Esta pode ser uma das formas baseadas na Neuroeducação para vencer a preguiça física.
A preguiça emocional faz com que o indivíduo tende sempre a procrastinar, a deixar sempre para depois, os seus objetivos, estudar amanhã, começar uma reeducação alimentar, tendem sempre a começar amanhã, criando uma ilusão do amanhã, isto o leva a frustação, por conseguir colocar em prática amanhã, pode ser que arrume desculpas para não começar, um exemplo clássico tinha que estudar, mas, foi arrumar o guarda roupa que já estava arrumado, medo do novo, nova escola, emprego, de falar em público, com medo de julgamentos, de enfrentar o chefe com medo de punição , evitando assim a situação que o faça sair de sua zona de conforto. LEIBIG (2011) afirma que a preguiça emocional é caracterizada por emoções das quais a pessoa foge, evitando experiências que disparam aqueles processos emocionais.
A preguiça mental vem dos comportamentos da mente no enfrentamento das situações, segundo LEIBIG (2010) na preguiça mental tem-se a sensação de embotamento na cabeça e de esforço excessivo, para realizar o ato de pensar, sendo experimentado na forma de cansaço mental ou dores de cabeça.
Durante o processo de desenvolvimento o educando pode passar por um apressamento cognitivo, pular etapas do seu desenvolvimento, se este não mielinizou, não desenvolveu a prontidão para aprendizagem futuramente pode desenvolver a preguiça mental. A criança neurologicamente tem de estar maturada para compreender o processo que ela passa, para desenvolver a habilidade proposta metodologicamente. Assim se houver desajuste foco de atenção, a criança não saberá lidar com as questões propostas, pois, pode desviar o foco pode de atenção gerando consequentemente a preguiça mental.
A preguiça moral envolve dois conceitos a moral e a ética, a ética segundo LEIBIG (2012) tem um cunho filosófico e a moral, é normativa. A ética contém princípios de conduta e a moral, as regras de comportamento a serem praticadas para transformar, em ações, tais princípios.
Foi observado em todas as intervenções que teve uma mudança significativa em todos os atendimentos. Logo começou a estudar sozinho sem ninguém mandar, ele relutava muito contra o sono e isto causava certo tumulto na família, ele ia para cama dormir nos horários determinados, a dificuldade de seguir comandos melhorou muito logo após o terceiro atendimento que ele compreendeu que tudo tinha o seu momento e inclusive a hora de seguir comandos e hora de obedecer. Também houve melhora na autoestima.
Na anamnese deu para perceber que existiam questões que estava tão à vontade par responder, foi transmitido insegurança para responder. A tem o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Isto também foi mostrado de forma bem marcante. Demostra também uma ansiedade pelos familiares dele ir além, desenvolver-se bem, este processo demostra ociosidade.
Os professore poderiam ajudar um pouco mais, neste processo da dificuldade da escrita, mas, por ser uma escola conteudista com um sistema que tem que “x” avaliações por semana as vezes tornar-se cansativo para o sujeito da pesquisa e transmite uma insatisfação por não conseguir ir além, segundo Martins (2003):
“O primeiro fator essencial para o desenvolvimento da capacidade de aprender é motivar os alunos e o próprio aluno querer aprender, ter interesse, atenção, compreensão, participação e expectativa de aprender a conhecer, a fazer, a conviver e a ser pessoa. O segundo fator é o desenvolvimento de aptidões cognitivas e procedimentais; aprender métodos e técnicas de estudo para garantir a capacidade de autoaprendizagem. O terceiro fator é a aprendizagem de conhecimentos ou conteúdo, ou seja, a construção de um currículo escolar é fundamental para que o aluno desenvolva sua compreensão do ambiente natural, social e também da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade”.
Fazendo uma reflexão neste sentido é aconselhável aos envolvidos no processo que  tenha uma atenção focada no desenvolvimento do sujeito   da pesquisa, para o auxiliar no seu pleno desenvolvimento,  que se evitem assim aprendizagem do erro, já acontece  a orientação dos responsável mais que se evite a ansiedade demostrada, pois, isto também acarreta a ociosidades, respeitando também o tempo da bainha de mielina do sujeito da pesquisa, será necessário registrar que educando tem um grande potencial de inteligência, mas com os ajustes, feito pelo neuroeducador este se sobressairá efetiva na escrita.
No início a escola poderá dividir os conteúdos em partes nas avaliações e acompanhando gradativa o seu crescimento, e motivando todas as suas produções  tendo cuidado com o material escrito: cabeçalho, letras claras, uso de desenhos e diagramas e uso de palavras escritas, uso da letra script ou bastão, o que melhor auxilia a velocidade da forma ortográfica da palavra, criar um método, ou escolher um que aluno adequem a  ordem ou conteúdo com suas próprias palavras, isso ajuda na memorização, regras escritas, devem ser dadas para a fixação.
          CONCLUSÕES
A pesquisa realizada mostra que é preciso alfabetizar voltado para as necessidades reais fazendo interação da língua escrita e língua falada mostrando que o docente tem que entender os conflitos que o educando passa. Vê-se a necessidade do educando reconhecer a importância de um plano de aula para garantir a eficácia do seu trabalho porque com ele pode-se analisar as dificuldades de sua classe procurando saná-las com métodos eficazes para o seu pleno desenvolvimento.
É necessário que o professor esteja aberto para a formação continuada visando o seu próprio desenvolvimento profissional como também o seu trabalho no dia-a-dia encarando com responsabilidade o seu compromisso social e político na sociedade.
No entanto, este trabalho tinha como missão principal, sanar a dificuldade de escrita do cliente baseados nos estudos interventivos da Neuroeducação, fazendo mudanças no sistema de origem, eliminando as dificuldades matriciais, muito estímulos negativos desde a gestação. Nesta pesquisa a correção das dificuldades ocorreu de maneira significativa relatada pela escola, quanto à concentração e nas atividades na sala de aula.
               A Neuroeducação mostrou para o sujeito da pesquisa que ele é capaz de tornar-se um aluno genial, percebendo que Neuroeducação resgata a raiz do problema e resolve o problema na íntegra, e não de forma parcial.
A dificuldade de escrita, necessita que o  aluna faça aquilo que muitas vezes, não gosta de fazer, mas, é necessário fazer, para que ele tenha as habilidades necessárias para que ele adquira as habilidades da escrita, então o processo de escrita, é progressivo, então é de esperar que com integração escola família e intervenção, o sujeito da pesquisa venha melhorar cada vez nos pontos mais fracos os professores envolvidos no processo tem que estimular e instigar esta relação com a escrita, pois, servirá de suporte, mas é necessário ter clareza do processo, busquem uma metodologia adequada que abarque este processo de plena e sem julgamentos.

REFERÊNCIAS

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Aprendizagem

o que é aprendizagem? Aprendizagem é uma mudança duradoura de comportamento, ou seja houve mudança do estado em que estava para o atual. Quando nós professores estamos em sala de aula e uma criança costuma bater num coleguinha, e você faz uma mediação com os combinados. Reforçando que não pode bater nos coleguinhas. Em seguida a criança volta a bater no coleguinha. E assim sucessivamente. Você poderá afirmar que não houve aprendizagem até este momento, meses passaram e esta mesma criança deixou de praticar esta ação, então poderá o professor afirmar que houve aprendizagem, pois houve uma mudança de comportamento. Quando uma criança está iniciando a sua vida escolar, e esta criança foi ensinada a letrinha (A), e logo depois esta criança começou a rabiscar a mesma letrinha, então houve aprendizagem. Quando no contexto da criança há uma mudança ao longo do tempo, ela não fazia algo e começou a fazer, então a aprendizagem ocorreu. Imagine-se numa casa, você não sabe fazer um bolo. De repente você vai a uma casa e ver alguém fazendo bolo. Vamos dá um nome a este alguém. Esta pessoa é o José e ele te pergunta se você sabe fazer bolo. Você responde que não. Ele te apresenta os ingredientes. Você fica o observando a fazer um bolo. Ele te explica as regras, e você o observa a fazer o bolo. Daí algum tempo depois, você se depara numa casa com todos os ingredientes para fazer um bolo. Seu filho te pede para faer um bolo. Você experimenta fazer o bolo, lembra das regras para fazer e da observação que fez. Decidiu assim, experimentar fazer-lo. Com Um estímulo. Você finalmente fez um bolo, este segundo o seu filho, estava maravilhoso. Finalmente conclui-se que houve aprendizagem. Você o fez, então houve aprendizagem. Será que todas as pessoas nasceram com a predisposição de aprender? Sim, mais cada pessoa tem uma maneira de aprender. alguns aprendem com regras, outros com observação, outros com a experimentação. Agora o que vai destacar é a motivação que o levará a desenvolver a aprendizagem. Agora quando há os distúrbios, transtornos e os déficits de aprendizagem pode dificultar a sua aprendizagem. Mas, isto não quer dizer que a criança não aprenderá. Se houver um comprometimento no seu sistema cognitivo. Será necessário criar estratégias de aprendizagem e dá ensinagem.